MALTA: Guia de viagem

Passado um mês desde a nossa viagem, partilhamos convosco o nosso guia de viagem a Malta.

Já escrevemos sobre Malta aqui e aqui e postamos um vídeo no YouTube. Por isso, qual será a real necessidade de escrever sobre o roteiro?

Simples: porque nenhum deles vos mostra como planeamos os nossos dias de forma a conseguir dar a volta a ilha em três dias 🙂

comino island

Partimos do Porto para Malta, naquela que é a nova aposta da Ryanair para o verão de 2018 e aterramos na ilha pouco depois das 22h locais. Não pudemos deixar de ficar extremamente contentes por termos aterrado 20 minutos mais cedo que o previsto. Mas entre espera de malas e a fila da rent-a-car quando fomos levantar o carro, só pouco depois das 23h é que conseguimos sair do aeroporto em relação ao Huli Hotel & Apartments, a nossa escolha para este fim-de-semana.

Nessa noite, cansadas, a nossa saída foi apenas para ir comprar água e prepararmo-nos para o dia seguinte.

A nossa visita da ilha foi preparada com algum detalhe para evitarmos gastar demasiada gasolina e tempo no carro. Acabamos por sair do apartamento mais tarde que o esperado e tomamos o nosso brunch num café próximo. Optamos por passar o primeiro dia a explorar toda a ilha de Malta, exceto Valletta, que guardamos para o último dia pela proximidade ao aeroporto. No nosso primeiro dia passamos pela Mdina (imperdível!), Rabat e as Catacumbas de S. Paulo, Dingli Cliffs (embora o vento forte não nos permitisse lá muito tempo), Marsaxlokk (a típica vila com os barquinhos típicos) e St. Julian’s.

malta vallettamarsaxlokk

Em St. Julian’s presenciamos a força do mar e como a mesma se mostra imponente sobre a ilha. Estava bravo e a querer entrar ilha dentro. As ondas batiam nos passeios como se nada fosse e irrompiam pelas estradas. Para mim, um cenário incrível da força da natureza, mas que deu algum receio à Luciana já que estávamos paradas dentro do carro no trânsito.

Jantamos pelo hotel com comida que compramos no supermercado e descansamos da correria do primeiro dia.

O segundo dia seria dedicado a Gozo – que foi a ilha preferida da Luciana -, à sua Cittadella, Dwejra e Azure Window praia de Il Ramla. No regresso à ilha de Malta, passamos pela Red Tower e pela praia de Mellieha. Para mim, que tinha visitado Malta, em Junho de 2017, a praia estava completamente diferente e desapontou. O que me desapontou ainda mais, no entanto, foi perceber que a Luciana não estava a presenciar as praias de Malta na sua verdadeira essência.

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É habitual nas nossas viagens jantarmos pelo menos uma vez fora num restaurante local. É das poucas loucuras que cometemos a nível monetário, mas que nos dá algum prazer. A noite do segundo dia foi a escolhida. Jantamos no restaurante Luzzo, à beira mar, que pertence ao hotel Seachells Resort at Suncrest (para mim, um dos melhores da ilha para quem procura algo mais luxuoso). Comemos bem, não saímos com fome (de todo!), e ficou por menos de 25€ para as duas.

O nosso terceiro e último dia teve uma manhã dedicada a Comino e à Blue Lagoon. Depois da conturbada viagem de barco (tanto para lá como para cá), dirigimo-nos a Valletta.

Demoramos mais de meia hora para estacionar, mas conseguimos a proeza de encontrar um lugar bem no centro! Almoçamos on the go, compramos os últimos souvenirs e despedimo-nos desta pérola que nos recebeu em mais uma escapadinha de fim-de-semana.

Já foste a Malta? Conta-nos como correu 🙂

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